Meu infinito particular

Sobre 2016

Queridos!

Este ano não foi um ano muito fácil para nós, seres humanos... ano de instabilidade, de crises em diversos setores das nossas vidas, de dificuldades de compreensão entre as criaturas. Ano que muitos certamente prefeririam esquecer. 

Mas não dá pra esquecer não é mesmo? Na verdade se tem algo que aprendi este ano é que a bonança só chega após a tempestade. Que sem a tempestade a nossa vida acaba tomando um rumo de certezas e que, na verdade, são nas incertezas que temos mais oportunidades de aprendizagem e de crescimento moral.  

Que possamos seguir tentando aprender a lição da paciência, esperando as nuvens negras se dissiparem e abrirem espaço para que luz esplendorosa do sol volte a iluminar nossas vidas. 

Por outro lado, 2016 foi um ano maravilhoso porque foi o ano que nasceu nosso caçulinha, bebê muito amado e que trouxe muita alegria para toda nossa família. Que seja essa a memória que permaneça em nossos corações daqui alguns anos. O ano em que nasceu o bebê mais feliz e risonho do mundo.

Theo montou a árvore de Natal ontem. Barthô ia ajudar mas na hora resolveu tirar uma soneca. Fiz uns cliques, esperando guardar para sempre a pureza e o encantamento que vi nos olhos do meu filho nesses momentos tão simples mas tão significativos.

Venha 2017.

Traga paz. Traga alegria. Traga esperança. Traga compreensão. Traga amor. 

TRAGA LUZ!

Feliz Natal. Feliz Ano Novo 

Theo e seus óculos

Gente, resolução de ano novo ainda no ano velho: tirar as teias de aranha do blog! Passei por aqui e vi que a última postagem tem quase um ano! OMG!!!!

Tá certo que esse ano foi um ano atípico. Eu comecei o ano gravidíssima e tive que parar de trabalhar com 29 semanas de gestação porque Bartholomeu queria muito conhecer este mundão antes da hora! 

Prometi que iria retornar da licença maternidade com muuuuuita calma. No entanto, em pouco mais de dois meses, contabilizei dois ensaios gestantes, três batizados, dois aniversários, três sessões de acompanhamento, dois ensaio família, um passeio de limusine (haha) e quatro formaturas de bebês na Unique. Super tranquila né? #sqn

Tenho muita coisa legal para postar aqui. Mas confesso que o mais legal de tudo tem sido o dia a dia em casa com meus dois gurizinhos. O Theo tem se revelado um super irmão mais velho. E o Barthô... bem, o Barthô é lindo gente! Pra quem ainda não o conhece, pode passar lá no meu instagram (@danidytz) que tá cheinho de fotos fofas deles dois. 

Estou fotografando muito os pequenos. Muito mesmo. Aliás, a melhor coisa que fiz neste último ano foi algo muito simples: não guardo mais minha máquina fotográfica na mochila. Ela fica sempre à mão, no armário do escritório, com uma lente, bateria carregada e um cartão de memória com espaço à beça. E agora, qualquer movimento diferente lá em casa (e tem acontecido com uma frequência enorme como vocês podem imaginar) já é motivo pra correr e clicar, pra não perder esses momentos únicos do crescimento dos guris. 

Aliás, tenho visto um movimento bacana na fotografia de famílias. O pessoal denominou de fotografia documental. A ideia é fotografar o cotidiano das famílias, sem intromissão (dentro do possível), registrando o dia a dia, sem aquela pegada ensaio família (que tá todo mundo na vibe de sair bonitão na foto). Tem um fotógrafo que tem feito um trabalho muito legal nessa área, o Daniel Freitas(www.danielfreitasfotografia.com.br ). Ele tem um projeto massa, que consiste em passar 24 horas com a família. Já pensou? Eu acho que não encarava não, sem condições de ter essas olheiras que me acompanham desde o nascimento do Barthô registradas sem nem um pouquinho de corretivo. Ah nem né gente? hahaha. Mas o projeto é muito bacana, vale a pena conhecer. 

Tô falando tudo isso porque quero voltar ao blog postando algo especial que aconteceu hoje. Theodoro vai ter que usar óculos. Pensa na fofura?! Levei o gurizinho para escolher o modelo. Óbvio que ele não escolheu o que a mamãe queria mas isso é típico do gênio dele, super decidido, não tem choro com ele.

Levei a máquina. Pensei que seria um registro bacana de algo importante e que vai acompanhar meu filho por um bom tempo (quiçá o resto da vida dele se puxar a mim). E o resultado tá aí. Nossa meia hora na ótica, escolhendo o primeiro óculos do meu primeiro filho... ai ai ai até isso me emociona.

É muito bom estar de volta.

Com amor

Dani